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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Show imperdível!!!

Show da Banda Black Rio com participação de Mano Brown no dia da Consciência Negra - sexta-feira, dia 20 de novembro, 21h, na Cinemateca (Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino), em SP. GRÁTIS!!!




Foto: Apu Gomes

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vida Loka






Da esq. para a dir.; Seu Jorge, Mano Brown, Don Pixote e William Magalhães




Faz mais de um mês que não consigo parar para escrever aqui. Na verdade, tá difícil achar tempo pra qualquer coisa. Se liga na situação: só na Folha, estou fazendo uma página de um especial da Folhinha, uma página do especial de MBA, vou fazer um perfil para o especial do Prêmio Empreendedor Social na semana que vem e entreguei hoje a última revisão de um livro da Publifolha editado por mim e pelo Cássio. Na semana que vem entrego a capa de turismo do Diário do Comércio, que é sobre Moçambique. Voltei no final da semana passada de uma reunião no Ministério da Cultura, em que recusei uma proposta irrecusável e bati o martelo em um projeto quase utópico. Acabo de sair de uma encontro impactante com William Magalhães, Mano Brown, Seu Jorge (o mundo que se prepare para a união cada vez mais consistente desses monstros), Don Pixote e Mariana Jorge. E amanhã pela manhã tenho uma reunião para fechar mais um babado das mil e uma noites. Vida loka irmão, vida loka.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Falta tempo...



Eu e Marquinho O Sócio com as tranças feitas pelo Devasto. Ah, moleque!!!









Faz tanto tempo que não escrevo nada aqui no blog que resolvi passar só para me justificar... Na verdade, queria que ele fosse apenas um espaço para contar aos amigos o que ando fazendo e reproduzir textos de minha autoria que foram publicados em algum lugar. O problema é quando se trata de contar minha vida... O que poderia ser algo bacana passa a ser motivo pro povo que vive na oposição da vida badernar a minha ralação e ficar gorando cada passo da caminhada. Aí é foda.
Precisava fazer esse desabafo, mas a verdade é que não tenho escrito por falta de tempo mesmo. Tem sido muuuuita correria, todos os dias. São muitas frentes para dar conta e pouca Mariana pra tantas ações. Mas os aliados, apesar de poucos, são porretas. E, fazer esse tanto de coisa, ainda que eu me sinta e esteja de fato sobrecarregada, só é possível com as parcerias que viver o bem proporciona. Não dá pra contar tudo o que anda rolando, mas vem bastante coisa boa pela frente. Boto fé.

ps: quem não veio na minha festinha de aniversário perdeu a melhor balada do ano... rsrsrsrs

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Lá no Planalto Central






Banda Black Rio e equipe








Voltei ontem do Distrito Federal. Fui no sábado, levando a Banda Black Rio para um show bonzaço que rolou no Festival de Inverno de Brasília. A banda voltou e ficamos William, Caco, Bapt e eu, pois teríamos uma reunião com o alto-escalão do Ministério da Cultura na segunda-feira. Foi preciso muita discussão para afinar os instrumentos e entrarmos todos em harmonia na sala em que fomos recebido pelo Zé Luiz Herência, secretário de políticas culturais do Minc. No sábado, o Alfredo Manevy, secretário executivo do Minc, tinha ido ao show para sacar a banda, pois não poderia estar na reunião. E levou mais uma comissão de um par de figuras do ministério junto pra curtir a Black e fechar a noite (ou começar o dia) as 5h30 da manhã com o show do mestre Jorge Ben Jor.
A aproximação com o Minc tem me surpreendido. Quando fiz o primeiro contato, com recomendação do guru Gilberto Gil, em nome da Black Rio, realmente não vislumbrei o que parece estar se desenhando. As perspectivas são boas demais: só vai depender de um bom planejamento, de boas ideias e de boa execução. Até que chegue a hora de a Black Rio e o balaio de artistas e significados que seguem com ela, literalmente, subirem no palco (ou seria no pódio?).
Fico extremamente satisfeita por saber que são pessoas como as que conheci que estão trabalhando em prol da cultura no país. Além de serem agradáveis, são sensíveis, inteligentes, competentes e, acima de tudo, estão preocupadas em destacar a pluralidade do país. Estão cientes de que é preciso escancarar o impacto da cultura negra na construção da diversidade cultural do Brasil, de que urge ceder o protagonismo para os legítimos responsáveis pela formação da identidade brasileira.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Festival internacional do documentário musical

Descobri que vai rolar esse festival e achei super bacana. Vou me esforçar para ver alguns dos fimes. Música, cinema, literatura, é tudo nosso. Bora lá? A programação está no site www.in-edit-brasil.com e o texto abaixo eu copiei de lá mesmo.


































Nascido em Barcelona há 7 anos, para fomentar a produção desse gênero cinematográfico e oferecer ao público a oportunidade de ver títulos difíceis de encontrar nos circuitos comerciais, o festival In-Edit Brasil é uma ideia que começa a dar a volta ao mundo. Depois de 6 edições na capital catalã, o IN-EDIT chegou há 5 anos a Santiago do Chile, e em 2009, desembarcou em Buenos Aires e Puebla (México) antes de aterrissar em terras brasileiras.

Com 29 filmes internacionais e 15 nacionais, dos quais 6 estarão em competição, o IN-EDIT BRASIL dará ao público a decisão de escolher o melhor documentário musical brasileiro inédito e que será apresentado em Barcelona em outubro.

Além da exibição de filmes, o festival contará com a presença de diretores durante algumas sessões, shows, palestras, debates e outras atividades. Entre os convidados está o diretor espanhol Fernando Trueba, ganhador de um Oscar, que apresentará seus dois documentários musicais “El milagro de Candeal” e “Calle 54”. Nessas duas semanas de projeções, esperamos que você curta seus artistas favoritos, conheça novas músicas e participe das atividades paralelas. Porque uma oportunidade de ver filmes como esses, só no ano que vem.

domingo, 7 de junho de 2009

Mercado Fonográfico outra vez

07/06/2009 - 02h30
Novas interfaces musicais provocam mudanças na cadeia de produção

MARIANA BERGEL
Colaboração para a Folha

Uma reviravolta no mercado fonográfico, decorrente da proliferação das novas tecnologias, fez com que as gravadoras mudassem seu modelo de negócios para se adaptar à uma nova realidade.

"De 1997 até o momento atual, ocorreu uma mudança radical no acesso à música, com a migração do mundo da música analógica para o universo da música digital, os hábitos de consumo da música são hoje totalmente diferentes", explica Marinilda Boulay, pesquisadora e organizadora das publicações "Guia do Mercado Brasileiro de Música" e "Música: Cultura em Movimento", além do site www.guiadamusica.org.

Depois de três anos de retração, houve um crescimento de 6,5% no mercado brasileiro de música, entre 2007 e 2008, de acordo com a ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Disco). O segmento movimentou R$ 359,9 milhões no ano passado. O mercado digital correspondeu a 12% das vendas, tendo um aumento de 79,1% em relação ao ano anterior. Desse montante, 78% vieram da telefonia móvel.

Como diferencial competitivo, as gravadoras estão, cada vez mais, ramificando sua área de atuação. Seja com estúdio de gravação, editora musical, produzindo música para videogames e trilhas sonoras ou digitalizando o conteúdo das obras. "Esse crescimento progressivo do segmento digital mostra que já vivemos o futuro do presente."

Clique aqui www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u577342.shtml para ouvir o áudio da entrevista.

Mercado fonográfico

Esta matéria saiu hoje na Folha. Leiam, povo! E critiquem, façam sugestões, elogiem se for o caso... Bjooooooooo

NOVOS CANAIS

GRAVADORAS PEQUENAS DIVERSIFICAM ATIVIDADES

Independentes buscam novos negócios para ampliar faturamento


Rafael Hupsel/Folha Imagem



O músico Chico César, dono da Chita Discos, que fez parceria com grandes gravadoras para garantir distribuição














MARIANA BERGEL
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A ideia de crise no mercado fonográfico se repete como disco quebrado. Mas, enquanto lutam para aumentar a venda de CDs, as gravadoras apostam em diferentes canais para superar a estagnação.
Nessa toada, a área digital (telefonia móvel e internet), as associações com anunciantes, os licenciamentos, o agenciamento e a promoção de artistas são alternativas necessárias para alcançar bons resultados.
A transição é feita entre um modelo de negócio único de venda de suportes físicos e um multimodelo, destaca Paulo Rosa, presidente da ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos).
"O que era antes praticamente a única fonte de receita de um produtor fonográfico passa cada vez mais a dividir espaço e importância com outras fontes de receita derivada de música", acrescenta Rosa.

Pequenas

Nesse contexto, o espaço para as pequenas empresas vem crescendo. Na década de 1990, com a chegada das tecnologias digitais de gravação e a redução dos custos de fabricação dos CDs, surgiram centenas de gravadoras de menor porte. Até então, o mercado era constituído basicamente pelas companhias multinacionais, conhecidas como "majors".
Segundo a ABMI (Associação Brasileira de Música Independente), que tem 120 gravadoras associadas, há cerca de 200 gravadoras independentes no mercado, ou seja, que não estão listadas entre as "majors".
O papel das independentes no cenário é reconhecido pelas multinacionais. "Nunca se produziu tanta música quanto hoje. Essa profusão produtiva envolve os independentes em todos os lugares do mundo", afirma Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil.
Segundo João Moreirão, vice-presidente da ABMI, as independentes são responsáveis por 80% da música gravada no país. Quando se fala de consumo, os números se invertem: 80% dos produtos comercializados são das "majors", e só 20% das vendas correspondem às gravadoras menores.

Parceria

Para dar vazão aos seus produtos, um dos caminhos encontrados por pequenas foi a parceira com "majors".
O cantor e compositor paraibano Chico César, 45, criou seu próprio selo, que também é estúdio e editora, a Chita Discos. "Uma "major" distribui melhor meu trabalho no mercado", conta César. Assim, ele é beneficiado com o investimento em marketing, na distribuição e na fabricação.

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FORMATO ÚNICO NÃO FUNCIONA

Quem não se adapta à realidade do mercado não consegue se manter no ramo fonográfico.
É o caso da gravadora independente Kuarup Discos. Após 31 anos no mercado, a empresa fechou as portas no final de 2008.
"A crise do CD é irreversível e tornou inviável nosso modelo de negócio", diz o ex-dono da Kuarup, Mario de Aratanha, 64.
"A empresa havia se verticalizado em direção ao disco e se afastou das outras fontes da cadeia produtiva da música", avalia.
Aratanha aproveitou sua experiência no setor e investiu na CineViola, que produz DVDs musicais.

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VENDAS DE CDS E DVDS REGISTRAM AUMENTO ENTRE AS GRANDES

Depois de três anos de retração, o mercado brasileiro de música teve um crescimento de 6,5% entre 2007 e 2008, de acordo com dados divulgados no mês passado pela ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Disco).
O número engloba receitas de vendas de CDs e DVDs, além da comercialização de produtos musicais no mercado digital (telefonia móvel e internet).
Foram contempladas nos dados apenas as dez gravadoras associadas à ABPD, que são cinco companhias multinacionais e cinco gravadoras independentes de grande porte. No total, o segmento musical movimentou R$ 359,9 milhões.
No Brasil, as vendas de produtos físicos (CDs e DVDs musicais) apresentaram um crescimento de 4,9%, enquanto as vendas no mercado digital subiram 79,1% em 2008, na comparação com 2007.
"Nós somos uma companhia de música. O que está em transição são os canais de distribuição, mas o conteúdo nunca foi tão valorizado", destaca Marcelo Castello Branco, "chairman" da EMI Music South America e presidente da EMI Brasil.

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LEVANTAMENTO

COMO OS JOVENS CONHECEM NOVAS MÚSICAS
Estudo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) apontou que 32,6% dos cerca de mil jovens ouvidos em 2008 sempre conhecem música por meio da internet, em sites de download. Amigos (54,1%) e rádio (51,4%), no entanto, foram os mais citados como fontes com que sempre conhecem música nova.
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SEGMENTOS DIGITAIS ENGORDAM A RECEITA

Telefonia móvel e sites são canais para distribuição

O segmento da música digital representou 12% do mercado fonográfico em 2008. Dessa fatia, 78% (R$ 33 milhões) vieram da telefonia móvel, e 22% (R$ 9,68 milhões), da internet, de acordo com a ABPD.
"Artistas, gravadoras e editoras precisam de um formato de música que funcione no maior número possível de aparelhos", orienta Marinilda Boulay, pesquisadora e organizadora das publicações "Guia do Mercado Brasileiro de Música" e "Música: Cultura em Movimento".
A Trama criou sua fórmula para ampliar o número de fontes de receita. Além de fazer produção de shows, programas de rádio e de televisão, música para videogame, álbuns virtuais e CDs, a gravadora tem estúdio e editora.
"Com o patrocínio de anunciantes, é gerado faturamento nos álbuns virtuais", conta João Marcello Bôscoli, 38, fundador da Trama.

Celular

Por ser um setor em que os downloads são mais facilmente controlados, a telefonia móvel é hoje responsável pela maior fatia do faturamento no mercado digital da música.
A Takenet, que licencia e disponibiliza conteúdos musicais para celulares e atua com as principais operadoras do país, tem cerca de 200 contratos com gravadoras independentes, de acordo com Juliano Braz, diretor de operações.
"O faturamento com os "ringtones" pode ultrapassar R$ 100 mil por ano para independentes", aponta Braz.
O iMusica, empresa de gerenciamento de música digital, tem um acervo de 3 milhões de faixas, das quais 2 milhões são de gravadoras independentes. "Com um CD entregue pela gravadora, distribuímos para cerca de 200 serviços no Brasil e no mundo", afirma o presidente, Felippe Llerena. Em média, 80% do lucro é repassado para as gravadoras. O iMusica fica com 20%.
O MySpace, site que reúne 170 mil artistas brasileiros, deve criar, até o final do ano, um mecanismo de venda de faixas musicais. "Serve como popularização do artista e marketing e traz outros benefícios subsequentes, como a remuneração pelo direito autoral", explica Emerson Calegaretti, presidente do MySpace no Brasil.

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NA WEB

Benefícios de investir no mundo virtual

>> Ampliação das fontes de receita da gravadora

>> Vasta rede de distribuição de conteúdo no Brasil e no exterior, como iTunes, Amazon MP3, MSN Music e operadoras de celular

>> Conteúdo distribuído em várias plataformas

>> Controle sobre a distribuição de conteúdo digitalizado

>> Redução da pirataria

>> Expansão das lojas de varejo on-line e mais vendas legalizadas de música

>> Gerenciamento e distribuição de direitos autorais

>> Parceria com grandes operadoras de telefonia

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RAMIFICAÇÃO É DIFERENCIAL DE EMPRESA

Há dez anos no mercado fonográfico, a YB Music antecipou-se às dificuldades de sobreviver apenas do CD físico e, desde o começo, apostou em um modelo de negócios variado. "Não dá para sobreviver só com música. É preciso interagir o conteúdo com outras áreas", afirma Maurício Tagliari, 47, sócio-fundador da YB Music. A empresa faz licenciamentos internacionais, sincronização de som em mídias visuais e sonorização de videogames e possui selo, editora e estúdio.

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PIRATARIA

VENDA DE PRODUTOS ILEGAIS CRESCE 14%
Em 2008, o comércio ilegal no país somou mais de 41 milhões de CDs e DVDs piratas, um acréscimo de cerca de 14% em relação ao volume do ano anterior, de acordo com a APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música). Cerca de 48% do mercado fonográfico é de pirataria, e mais de 3.500 pontos de vendas já fecharam no país, segundo a APCM.

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CONSTITUIÇÃO

PROJETO DE LEI PROPÕE IMUNIDADE TRIBUTÁRIA
Está em tramitação a Proposta de Emenda Constitucional nº 98/07, que determina a isenção de tributação sobre os fonogramas e os videofonogramas musicais de autores ou intérpretes nacionais produzidos no Brasil. De acordo com a PEC, os produtos estrangeiros -licenciados de outros países- não receberão o benefício.

domingo, 31 de maio de 2009

Mulher Elétrica

Essa música é uma parceria do Mano Brown com William Magalhães e vai sair no novo disco da Banda Black Rio. A letra, a levada, é tudo bom pra caralho. Escuta só!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

William Magalhães, Seu Jorge e Mano Brown

Esta foto foi tirada pelo super fotógrafo (e amigo) Renato Stockler, no estúdio YB. A turma da pesada estava reunida para o Seu Jorge gravar a voz em uma canção do novo disco da Banda Black Rio, intitulado Supernova Funk Samba. E eu, fiel escudeira da banda, estava lá acompanhando e dando suporte para a trupe. É muito axé junto!!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Banda Black Rio, Mano Brown e Paula Lima

















Essa foto foi no show da Black Rio em Santos, no dia 9 de abril. Paula Lima fez uma participação especial e Mano Brown colou junto e apavorou também.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Show do Hyldon






















Hyldon é um dos grandes representantes da soul music brasileira. Tive o prazer de conhecê-lo há um par de anos e devo reconhecer que sou fã do cara. Ele é mais uma dessas figuras maravilhosas com as quais estou tendo o prazer de compartilhar a caminhada. Já escutava sons dele muito antes de saber de quem eram aquelas canções que me acompanham por toda a vida.

Quando saquei que Na Rua, na Chuva, na Fazenda, As dores do Mundo e Na Sombra de uma Árvore eram dele, entendi quão foda era aquele cara maluquinho, humilde pra caralho e cheio de talento.

Parceiro de Tim Maia, Cassiano e Luís Vagner, etre tantos outros, Hyldon já teve suas canções regravadas por intérpretes como Luís Melodia, Sandra de Sá, Wanderléa, Marisa Monte, Caetano Veloso, Jorge Aragão, Tim Maia, Golden Boys, Jota Quest, Lenine, MV Bill e Kid Abelha, Ivete Sangalo etc etc...

Nos dias 25 e 26 de abril o cantor, violonista e compositor baiano apresenta o show de seu novo CD, intitulado Soul Brasileiro, no Sesc Santana. Eu vou! Vambora?

terça-feira, 7 de abril de 2009

Mr. Funk Samba - Banda Black Rio



Pra quem ainda não sabe, é com essa trupe da pesada que eu ando trabalhando. Salve a música de qualidade! Contato para shows, é nóis... hehehe. Abaixo, um breve texto de apresentação da banda.

[+] A Banda Black Rio

Líder da formação original da banda, que teve seu nome inspirado no Movimento Black Rio, Oberdan Magalhães fundou o grupo em 1976, a convite da Warner. Nessa época, a Black Rio chegou a ser comparada a bandas como Kool and the Gang e Earth, Wind and Fire. A afinidade musical entre Tim Maia e Black Rio levou os dois ícones ao mesmo palco em diversos bailes no subúrbio do Rio de Janeiro na década de 70.
A morte de Oberdan, em 1984, interrompeu a carreira do grupo, que foi resgatado por seu filho, William Magalhães, 15 anos depois. O artista, que teve uma composição ["Se Eu Soubesse"] gravada por Tim Maia, também chegou a dividir o palco com o rei do soul brasileiro. O atual som da Black Rio alia suas raízes sonoras a um acento mais pop, seguindo as tendências da música contemporânea brasileira. Além do caldeirão que mistura jazz, samba, soul e funk, o som da banda ganhou pitadas de rap e letras rebuscadas na composição de William.
A discografia da Black Rio conta com quatro discos: “Maria Fumaça”, “Gafieira Universal”, “Saci Pererê” e “Movimento”, que foi lançado na Inglaterra com o título “Rebirth” pelo selo britânico Mr. Bongo.

[+] O Movimento Black Rio

Surgido na mesma década de 70 em que Tim Maia, Cassiano e Carlos Dafé estremeceram os amantes da música dançante com sua mistura de funk e soul, o Movimento Black Rio ligava o ritmo inspirado em James Brown e outras vertentes americanas ao samba.
Em lugar da zona sul carioca, berço da bossa-nova, o palco dos bailes que balançava o Rio de Janeiro com a levada do samba soul nessa época foi armado nas favelas e nas quadras das escolas de samba da zona norte da cidade.

[+] William Magalhães

Líder, tecladista, compositor e arranjador da Banda Black Rio já trabalhou com diversos artistas, como músico e arranjador. Entre eles, Tim Maia, George Benson, Ed Motta, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Marina Lima, Cassiano, Sandra de Sá, Seu Jorge, Milton Nascimento, César Camargo Mariano e Mano Brown. Sua paixão pela música começou cedo. Desde menino comparecia aos ensaios de seu pai e às serestas de sua avó, além de participar de ensaios da escola de samba Império Serrano e de encontros de jongo. Em meio a uma família de artistas, teve como tio-avô o compositor Silas de Oliveira, autor de Aquarela Brasileira. Na adolescência, optou por estudar jazz e consolidou suas habilidades no piano.
Em 1996, recebeu o prêmio de melhor arranjador pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) com o disco Registros à Meia Voz, de Marina Lima. Retomou as atividades da Banda Black Rio em 1999 e até hoje lidera a trupe. Em 2000, recebeu o Prêmio Sharp de melhor banda pop rock com o álbum Movimento, da Black Rio. Atualmente, está finalizando o próximo disco da banda, que conta com participação de Seu Jorge, Marina Lima, Mano Brown e Gilberto Gil.

domingo, 29 de março de 2009

Não é fácil mudar de carreira. Nos últimos 10 anos mergulhei em reportagens sobre assuntos diversos.

Escrevi sobre uma jovem que perdeu o bebê de seis meses porque as ratazanas devoraram seu rosto enquanto ela procurava trabalho para alimentá-lo e ele urrava de fome na cama daquele barraco desprotegido da porcaria de uma vida sem saneamento básico.

Contei a história de um nordestino que veio para São Paulo buscar trabalho e acabou nas ruas, com a saúde comprometida, sem dinheiro e com vergonha de voltar para casa como um fracassado.

Entrevistei políticos que roubam o dinheiro da administração pública e manipulam a mídia, impedindo misteriosamente a publicação de matérias que escancaram a falcatrua do poder neste país.

Escarafunchei o mercado de trabalho das prostitutas e conheci melhor essas mulheres que realizam os sonhos mais secretos de quem busca realizar seus desejos mais recriminados.

Revirei o universo encantado das crianças nos picadeiros dos circos e nos quilombos do Vale do Ribeira.

Vivi momentos ímpares na casa do Dalai Lama, no bate-papo com Gilberto Gil.

Conversei com um par de transeuntes da Praça da Sé até descobrir quem era o responsável pela comercialização de diplomas falsificados que tinha vendido um punhado de documentos para os funcionários concursados da Febém.

Reproduzi as maravilhas das praias, das montanhas e do céu azul dos tantos cantos do mundo.

Se perdi noites de sono, ganhei textos imortais. Deixo agora de lado a reportagem como minha principal atividade para investir em um novo caminho, que me permita uma vida mais conectada com a possibilidade de melhorar o mundo por meio da música, da arte, do social, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, do amor, da democratização da cultura, da união por um propósito maior. Inicio, com paixão, minha incursão neste complexo universo da produção cultural.